Tenha uma casa em Orlando e volte a ter prazer em dirigir

Engarrafamentos monstruosos, buzinaria, fechadas de ônibus e motorista sem um pingo de paciência. Está cada vez mais difícil dirigir no Brasil, principalmente nos grandes centros. Ao mesmo tempo o transporte público agoniza com os péssimos serviços, fazendo com que sair de casa acabe sendo um verdadeiro suplício. Quem tem casa em Orlando, no entanto, se surpreende com a tranquilidade de um trânsito organizado, onde as ruas são bem sinalizadas e a estrutura viária é bem planejada. Veja as principais diferenças e saiba por quê, lá, você vai voltar a sentir prazer em dirigir.

Enquanto os problemas de mobilidade urbana parecem aumentar a cada dia no Brasil, quem tem casa em Orlando descobre que, por lá, eles parecem nunca ter chegado. Por isso, é cada vez mais comum os brasileiros que vão passar férias na Flórida fazerem questão de alugar e dirigir seu carro em vez de andar de táxi ou transporte público. Não que eles não sejam eficientes: é que o trânsito de lá é tão bom que qualquer um tem prazer em dirigir.

O corretor é tirar a PID antes de embarcar

O procedimento correto para quem pretende alugar um carro é tirar uma Permissão Internacional para Dirigir (PID), um documento que é tirado em qualquer Detran do Brasil mediante o pagamento de um Duda no valor de R$107,72 e tem a mesma validade da sua Carteira Nacional de Habilitação, ou seja, quatro anos.

É preciso também um cartão de crédito internacional habilitado para uso no exterior. Uma curiosidade: a maioridade para dirigir nos EUA é 16 anos, mas a maior parte das locadoras de carro americanas exige uma idade mínima de 25 anos para alugar carros esportivos e de luxo. Para idades inferiores a esta, normalmente é cobrada uma taxa diária de cerca de US$30.

Lá é permitido ‘furar’ o sinal vermelho – mas não abuse

Quem tem casa em Orlando com certeza vai querer ter um carro na garagem, por isso é bom prestar atenção nas principais diferenças entre o trânsito de lá e o daqui. Uma delas é que é permitido “furar” o sinal vermelho nas conversões à direita, desde que antes pare no sinal e o caminho esteja livre. Isso vale mesmo para quando você é o segundo na fila para fazer a conversão.

O pedestre, no entanto, sempre tem preferência, então se houver alguém na faixa, espere ele atravessar. Por outro lado, nem pense em fazer a conversão se houver uma placa “No Turn On Red”. A mesma regra vale para as conversões à esquerda, mas apenas quando ambas as vias – a que você está e a que você vai entrar – sejam de mão única.

Fique de olho nas placas e nos sinais

Outra dica é ficar de olho nos sinais e nas placas, porque eles indicam praticamente tudo: há semáforos de até quatro fases, e indicam uma pista para cada manobra. Se não prestar atenção vai acabar sendo impedido de fazer a manobra. Nos cruzamentos, a preferência é de quem chegar primeiro, mas se todos chegaram ao mesmo tempo, a preferência é de quem está à sua direita.

Nada de avançar nas indicações de “Pare”. Se você pretende ter casa de férias em Orlando com seu carro na garagem, tenha em mente que “Stop” é “Stop” mesmo, e não “passe rapidinho” ou “dê uma olhada e vá”. Mesmo que não tenha ninguém você deve ficar parado se não quiser ser multado.

Faixas de pedestres têm desenhos diferentes

Cuidado com as faixas de pedestres, elas têm desenhos diferentes. Em Orlando e Miami apenas duas faixas finas indicam a passagem de pedestres. Por outro lado, a faixa de bicicletas é realmente exclusiva para elas – e fica entre a via principal e a área reservada para estacionamento. Já o sinto de segurança é obrigatório para todos exceto passageiros maiores de 18 anos sentados no banco de trás.

Fique de olho nessas regrinhas básicas do trânsito na Flórida e aproveite ao máximo sua casa em Orlando, com tudo o que você tem direito. Afinal, nada como dirigir seu próprio carro para chegar à sua própria casa na Disney.

 

About Albert Stimer

Albert Stimer é proprietário da imobiliária Towns Realty na Flórida e junto com seu time ajuda clientes do Brasil e do mundo inteiro a realizar o sonho da casa própria nos EUA.

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